Posted On 23 de Abril de 2018 By In Blog, Uncategorized With 333 Views

Videogame como um alívio ao sofrimento da vida

Nos meus dias tristes e solitários, que são todos, passo cada dia sem amigos reais e sem namorada ou relacionamento amoroso. Carinho eu não recebo há muitos anos e no meio dessa solidão eu encontro refúgio em duas coisas que me distraem: livros e videogame. Confesso que livros me distraem mais e são muito mais proveitosos, no entanto não posso deixar de mencionar minha gratidão pelos consoles, pois esses são meu importante entretenimento na vida.



Os consoles são, assim como livros, uma distração, um antidepressivo que aliviam o contínuo sofrimento da vida. Como dizia o filósofo Schopenhauer, a felicidade é apenas um momento entre o sofrimento que permeia a vida toda, isso é verdade, a felicidade não dura muito tempo, logo que ela passa, vem o sofrimento. Comprar um novo console, pelo menos no primeiro momento esquecemos tudo aquilo que nos dói, esquecemos todo sofrimento para curtir horas e dias de felicidade com um videogame novo, mas depois que o prazer da novidade acaba, logo vem a depressão.

Nesse sentido, os consoles trazem uma boa ajuda: distraem-nos das amarguras, tédio, luto, preocupações e da depressão. A vida sem um videogame é mais infeliz, porém ele por si só também não traz felicidade, ele é apenas uma distração e uma fuga temporária da realidade, assim como o filme, que nos remete a uma outra realidade, porém o efeito do videogame é mais duradouro, pois o filme, por mais longo que seja, não vai passar de 2 ou 3 horas, já qualquer game nos irá entreter e distrair por mais de uma dezena de horas, até mesmo meses dependendo do jogo, como no caso do Fifa, um game de futebol, que podemos jogar o ano todo sem enjoar.

Schopenhauer dizia que a fuga para o sofrimento era encontrada na arte, ele estava certo, pois a arte é uma emancipação da alma, lá encontramos o melhor do ser humano, por exemplo as músicas eruditas clássicas, que são uma arte linda que nos eleva e nos arrebata por sua beleza melódica. No entanto se Schopenhauer tivesse conhecido o videogame e os atuais jogos, consideraria também os consoles e os jogos digitais uma forma de fugir do sofrimento da vida, mas diga-se de passagem que nem todos jogos nos aliviam e nos distraem, há jogos e jogos, aquele que nos divertir já é um bom jogo.

Eu particularmente ando sofrendo muito de depressão, andei perdendo tudo que amava, desde emprego até pessoas queridas. Tudo acontecendo de uma vez e num curto espaço temporal. Não posso tomar certos antidepressivos porque me fazem mal, o jeito é aguentar a falta de felicidade e a dor que simplesmente não desaparece. O videogame tem se tornado meu amigo, minha namorada e minha companhia nos dias, noites e finais de semanas sozinho em meu apartamento no centro de São Paulo. Jogo online com frequência e se quiser jogar comigo, caro leitor, adicione-me na Live do Xbox, meu nickname é “jogoanalise com”.

Portanto há motivos de sobra para termos um videogame, desde a mera diversão até, como no meu caso, combater a depressão. Para quem sofre como eu, recomendo as duas coisas mencionadas acima: livros e um videogame. Agora qual videogame escolher, depende de seu gosto, eu escolhi o Xbox por oferecer mais que jogatina, ele é uma central de diversão que inclui uma série de entretenimento, como Netflix, Youtube, Facebook Videos, Spotify, Mixer, clubes e comunidades de jogos, ou seja, na minha opinião o Xbox é um dos melhores consoles atuais. Se você tiver um, adicione-me e vamos jogar.

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Jogador

Amante dos videogames, totalmente apaixonado por jogos eletrônicos, tecnologia e assuntos correlatos. Nunca fica muito tempo sem jogar algum game no seu Xbox One. Sua principal diversão e satisfação na vida é passar horas jogando em seu quarto confortável junto ao seu Xbox One e PC.

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